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21/12/2015 21:20

O REINO DE DEUS E O MUNDO

         
Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. (I João 2:15.16)

   O conhecimento da verdade nos liberta da escravidão de um gigantesco sistema conhecido no novo testamento como poder do mundo tenebroso ou sistemas do principado das trevas. E enquanto pertencemos ao mundo, somos influenciados pela natureza, pelo clima, pelas leis da física pela política, economia e religião. O mundo como o vemos, governa nossa alma desde que caímos na crença do reino do mundo. De forma muito natural e espontânea nos apegamos ao sistema da mentira e a lei do pecado se apegou a nós, mas este mundo da aparência que passa, não é o Reino de Deus, Não há verdade nem sabedoria nele. Nós não somos do mundo, a eternidade está em nosso coração. Somos propriedade de Deus. É por isso que sempre que nos voltamos para este mundo ficamos insatisfeitos.

   Não nos enganemos. Somente aqueles que aprendem a manter sua atenção nas coisas do Espírito podem usufruir da verdadeira liberdade e conhecer a verdadeira alegria. Porque somente nesse tipo de pessoa haverá lugar para a verdadeira satisfação que vem de Deus. Toda vez que abaixarmos nosso olhar perderemos a  chance de andar sobre as águas e  Cristo se levantará para nos dizer que o seu Reino não é deste mundo.

  A necessidade de abandonar nossas esperanças no reino do mundo para obtermos uma experiência da vida de Deus e seus desdobramentos, é o segredo de todos os profetas e santos que pavimentaram o caminho antes de nós. Mas isso parece algo cada vez mais distante de nossa realidade quanto mais o tempo de nossa redenção se aproxima. Isso é assim, porque após algum tempo andando por fé, a certa altura da caminhada, as seduções incidem contra nós com maior força. À medida que o tempo avança aqueles que estiverem atentos perceberão o quanto é necessário se refugiar em Cristo. Outros se deixarão vencer pelo mundo. 


  Todos os que foram despertados do sono, viveram a experiência de ter os olhos do coração iluminados por Cristo e aqueles que em certa medida centralizam Cristo em suas buscas, encontraram segurança, proteção e paz, mesmo em um mundo combalido pela desesperança, corrupção, declínio social e guerras. É em meio a situações extremas que temos a oportunidade de perceber que embora o evangelho tenha sido apresentado para nós apenas como uma doutrina mais perfeita, ele é de fato a manifestação da imagem do filho de Deus.
  
 Circunstâncias fortuitas produzidas pelo mal no mundo transformam os períodos mais terríveis de nossa experiência humana em ricas oportunidades de conhecer que o evangelho é o poder de Deus para todo que crê. A maior experiência dos que são nascidos de Deus é vencer o mundo se movendo nele sem pertencer a ele, sem se deixar afetar por seus males ou se render aos prazeres que há nele. Pois nem o desejo desenfreado da carne, nem a cobiça dos olhos ou a soberba da vida, vem do Pai, mas vem do mundo. Se ainda classificamos as coisas do mundo entre boas e más, aceitamos como bondade o que o mundo reconhece como sendo bom e rejeitamos o que o mundo considera mau e pernicioso, estamos presos ao reino do mundo, guiados pelo principado que atua no mundo e não vimos o Reino de Deus. Nossa rendição a Cristo implica peremptoriamente em vencer o mal e o bem do mundo pela fé na verdade.

  Muitos de nós sentem-se aborrecidos com o pensamento corrente mundano, mas poucos compreendem que quando Jesus falou sobre as aflições que teríamos no mundo, ele estava nos identificando com ele em suas aflições, deixando-nos a esperança de vencermos o mundo pela fé.  É na força do Espírito que está a nossa força. Nossa fé é o poder que vence o mundo, e esse poder será cada vez  mais constante e eficaz, quanto maior nossa certeza que a vida que recebemos é a vida de Deus se movendo em nós. O quanto isso é verdadeiro para mim e para você, determinará nossas reações frente ao bem e o mal e será o um medidor fiel do quanto amamos o que há de bom no mundo ou tememos infortúnios dessa vida. No homem que ama o mundo não está o amor do Pai, de igual modo, aquele que teme os poderes desse mundo, ainda não aprendeu a confiar no Cristo que recebeu. 

   Temos o dever de expandir o Reino do céu enquanto estamos aqui. Mas voltar-nos para o mundo com o intuito de corrigir suas incongruências, demonstrará apenas uma postura religiosa frente ao maligno. Não precisamos nutrir qualquer esperança de testemunhar transformações seguramente positivas naquilo que chamamos de reino desse mundo. Jesus nunca prometeu reformar o mundo que repousa no maligno, mas sendo enfático ao afirmar que “venceu o mundo”, deixou-nos a esperança de sermos transportados para o seu Reino para cumprir a vontade do Pai mesmo enquanto estamos aqui. Ele veio resgatar os filhos de Deus e não aperfeiçoar ou transformar o mundo. E todos aqueles que amam sua vinda estão assentados nas regiões celestiais onde ele habita.

   É quando fitamos nosso olhar para o alto buscando aquelas coisas que Deus nos preparou, e que são desconhecidas do mundo que passamos a ver o mundo como ele é. A busca pelas coisas do alto nos fará desistir de qualquer tentativa de conquistar o mundo e também das atitudes de luta contra ele. Nessa quietude, nesse silêncio, nossa salvação se desenvolverá e a confiança se multiplicará trazendo a vitória para mais perto de nós.  








13/10/2015 19:56

A VINDA DE CRISTO

Como se impele a fumaça. assim tu os impeles, assim como a cera se derrete ante o fogo, assim pereçam os ímpios diante de Deus. Mas alegrem-se os justos e se regozijem na presença de Deus e folguem de alegria. (Salmos 68: 2.3)



Nos últimos dias, a vinda de Cristo se tornou o tema mais comentado entre os cristãos de todo planeta. Depois de muita divisão criada pelas várias linhas de pensamento teológico, há uma nova perspectiva surgindo entre os cristãos e grande parte das teorias discutidas por séculos se reduzem a cinzas diante de nossos olhos. Principalmente porque as recentes reviravoltas no cenário mundial colocam em xeque grande parte das antigas especulações sobre o assunto. Presenciamos literalmente o cumprimento de algumas profecias e poucos se arriscam a afirmar que a Igreja será retirada da terra antes da tão temida tribulação. O pós- tribulacionismo começa a ser reconsiderado. Alguns, entre os que se arrepiavam só em pensar nessa possibilidade, repensam suas antigas posições voltando às escrituras para encontrar mais luz sobre o assunto.

 Essa crescente necessidade por elucidação das revelações apocalípticas, tem guiado muitos de nós a buscar conhecimento em milhares de livros e sites à disposição no mercado, como se nas bibliotecas do mundo estivesse a chave para desvendar os grandes mistérios que buscamos compreender. Alguns têm colocado nisso a esperança de sua espiritualidade como se fosse possível encontrar no mundo a receita de sua segurança. Nesse cenário cada vez mais bombardeado e aberto à todo tipo de informações, os falsos mestres e oportunistas de plantão se aproveitam para apresentar novidades que apenas contribuem para aumentar a confusão.

  Após refletir em todas essas coisas, concluo, sem nenhum peso, que ainda que a desestabilização religiosa tenha lá os seus inconvenientes, tudo o que está acontecendo é necessário ao processo de crescimento dos cristãos, mas o que nos livra de dores maiores é a permanência na fé. É melhor não estar firmado em nenhuma doutrina, guardando a fé e confiança em Cristo, do que viver relaxado e seguro por abraçar uma doutrina humana. É melhor retornar à simplicidade do evangelho, do que se afogar no mar de ofertas nem sempre honestas do mercado religioso.  

Ao ser corretamente compreendido, o evangelho puro nos leva ao reconhecimento da fragilidade das antigas estruturas e este pode ser exatamente o ingrediente mais importante para acordar quem se sentia confortável enquanto dormia em um frágil berço doutrinário que não atende aos anseios mais profundos de nossa alma. Afinal, coerência teológica pode ser útil para nos livrar dos enganos de nossa mente, mas não resolve os problemas mais cruciais da humanidade.

  É importante compreender também, que Deus quer que nos livremos das antigas cargas para experimentarmos uma certa leveza necessária a quem busca na fonte da vida, a verdade que pode de fato libertar das prisões religiosas. Acrescentar novos aditivos às antigas teorias apenas demonstrará o quanto rejeitamos a cobertura do Espírito. E embora a ideia de estar trajando uma roupagem nova nos pareça confortável e interessante, é bom não nos iludir: As novas muletas fabricadas por nós podem apresentar silhuetas aparentemente ortodoxas, mas a verdade é que todas elas sem exceção são forjadas para negar O Espírito e matar a fé. Isso é suficiente para afirmarmos que todas serão igualmente destruídas. 

 Deus remove nossas antigas muletas para nos ensinar a confiar nele e andar pela fé. E não irá tolerar os novos ingredientes adicionados à teologia para acorrentar suas ovelhas em um um novo tipo de religião mais moderna. Vivemos dias de um juízo tão iminente que tudo que pode ser abalado se desfará como cinza, incluindo aí tudo que é engendrado na mente humana. A mesma sentença que Jesus proferiu contra as tradições e doutrinas humanas nos dias de sua carne deverá se cumprir também em nossos dias. Nada do que pode ser abalado resistirá ao fogo do juízo. Como está escrito:

"Toda planta que meu Pai não plantou será arrancada".


 Ao invés de acreditar em teorias que possam afetar nossa fé ou até nos arrastar inadvertidamente pelo engano,o ideal é que cada um cuide de si mesmo, guardando a doutrina que recebemos de nossos Pais, os apóstolos. Somente nós e ninguém mais será cobrado por ter colocado a esperança de salvação e segurança em ensinamentos humanos. É obvio que os dias são maus. Mas isso não quer dizer que devemos resolver por nós mesmos as deficiências de nossa fé, abrigando falsos ensinos por receio de sermos atribulados. Em todas as profecias dos evangelhos e cartas dos apóstolos encontramos uma lógica muito precisa e a garantia de que somente os materiais perecíveis se desfazem no fogo. Desse modo, uma vez que estamos firmes na rocha que é Cristo nada temos a temer. A grande tribulação não afetará os verdadeiros cristãos, pois seu objetivo é exatamente separar o verdadeiro do falso.                

  Por outro lado não podemos negar que há urgência de nos separarmos para servir nosso Deus com integridade. Pois sendo Ele o justo Juiz não seremos tidos por inocentes por nos deixar arrastar pela frieza e apostasia destes dias. É possível sermos cheios de ensinos enquanto nosso amor se esfria. Creio que esse terrível laço pode ser mais insidioso quanto mais o dia se aproxima. De maneira que vai ser necessário muita perseverança e diligência para manter acesa a chama do Espírito. Manter nossa esperança focada somente em Cristo ante tantas ofertas de escape não nos parece tarefa fácil. Contudo, a despeito de qualquer aparência o Deus da palavra prometeu não fazer nada sem antes revelar aos seus servos e profetas. Descansemos nisso sabendo que Ele fará tudo a seu tempo segundo o que já está escrito, mas somente os corações que ardem de amor por Ele saberão o que significa tal promessa. É aí que está o cerne da questão.Precisamos de muita sobriedade. 

  Manter-se sóbrio nestes dias é nosso maior desafio. Diante das sedutoras ofertas do mercado cristão moderno que tendem a nos envaidecer, diante do excesso de conhecimento que entorpece nossa consciência, ficamos com uma falsa noção de maturidade e segurança podendo nos desviar do foco principal. Mesmo sabendo que é inútil revirar bibliotecas para encontrar pérolas para enriquecer nossa alma, muitos se lançam com avidez a qualquer novidade que lhe é apresentada. 

É possível encontrar algum valor em tudo o que se produz no meio cristão, mas isso não quer dizer que estamos no caminho certo quando nos enchemos de conhecimentos. Além do mais, não se semeiam pérolas. Nossa riqueza de conhecimento pode ser usada contra nós para nos empobrecer podendo se reduzir rapidamente a nada ou se transformar em mera vaidade e produto para exibição. Definitivamente não é hora para esse tipo de coisa. 

 A vida disponível na palavra vivificada pelo Espírito de Deus deve nos bastar. É na palavra vivificada que reside toda pureza e objetividade para nosso despertamento, consolo e encorajamento. Quando vivemos sobre a base da vida concedida pelo Espírito, prosseguimos na caminhada seguindo nosso mestre com confiança cada mais crescente. Refugiar-se nele é nosso maior trunfo nestes dias em que tantos se deslocam de pra cá como ovelhas sem pastor. Ele mesmo é a habitação de seu rebanho. Nele há provisão de bondade. Ele enviará chuva em abundância para confortar seu povo cansado. E embora esperar em Cristo é hoje privilégio de poucos, é somente  nele que encontramos a paz e a força para não desfalecer nem temer mal nenhum. Ele é Rei em seu santuário e prometeu habitar em nós para sempre. E isso jamais será invalidado.

Ivaneide Aquino

03/10/2015 18:51

LANCE FORA SUA ANSIEDADE

“Não andem, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? De certo o Pai celestial de vocês sabe que vocês necessitam de todas estas coisas; Mas, busquem primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas serão acrescentadas a vocês”. (Mateus 6. 31-33)


  Embora possamos reconhecer que há algo de verdadeiro em todas as deturpações evangelísticas, o falso evangelho induz as pessoas a saltar etapas na busca das promessas da vida cristã.Como consequência disso, muitos ainda preferem acreditar seriamente que agora que estão a caminho com Cristo receberam algum tipo de poder para se apropriar de bênçãos materiais. Assim, ao invés de aquietar o coração e confiar, na maioria dos casos a vaidade cresce, as preocupações se amontoam e a cobiça prospera. 

  Exatamente para evitar isso, Jesus ensina os discípulos a deixarem de lado suas inquietações para buscarem primeiramente o Reino e sua justiça. Se não há força contra a ansiedade é porque invertemos a ordem dos fatores. É comum encontrarmos cristãos que trocaram a busca do Reino de Deus, pelas boas coisas dessa vida colocando em segundo plano a busca pelas coisas do alto. Mas não há como fugir do que foi estabelecido no evangelho. não podemos usar Deus para angariar coisas desta vida e ao mesmo tempo afirmar que somos cristãos. Tal postura apenas demonstra falta de compreensão da palavra do Reino. E nesse caso estamos impedidos de gerar frutos para Deus. Quando vier o fogo da provação não nos restará força alguma.

 Antes de experimentarmos os privilégios de nossa filiação, devemos aprender a andar como servos, como alguém que não possui qualquer direito, a não ser o direito de se livrar de suas pretensiosas requisições humanas. Ao nos apresentar um Pai amoroso que deseja acrescentar graciosamente tudo o que é necessário pra nós, ele está direcionando nossa fé à busca pela promessa de conhecimento real desse Pai e não pelas coisas que ele nos concede. Os ensinos do novo testamento são unânimes nesse propósito e quando obedecidos, será possível verificar um rompimento total das barreiras de incredulidade que nos impede de vivermos livres como filhos no reino de nosso Pai.

  Paulo também estava atento a isso. Quando nos ensina a orar lançando sobre Cristo nossas ansiedades, ele está querendo dizer que ao fazermos isso, nosso coração estará livre para prosseguir em comunhão com o nosso redentor. E nessa liberdade haverá espaço para ouvir a palavra e caminhar para o alvo sem impedimento algum. Esta é a grande questão aqui. Não importa o quanto somos ricos em dons espirituais. Se o nosso anseio ainda é pelas coisas do mundo, teremos que nos livrar disso ou andaremos algumas milhas a mais no deserto até que estejamos aptos a agir como filhos de Deus e co-herdeiros com Cristo. 

 A busca prioritária pelo Reino é a única forma de livrar nosso coração da cobiça que há no mundo. Somente depois disso saberemos o que significa ser guiado, suprido e governado por Cristo.  Pois vencer a si mesmo é a essência da promessa de liberdade que Jesus está nos propondo quando nos promete libertação pelo conhecimento da verdade. Sendo ele o único Senhor e nós sua propriedade exclusiva, é uma incoerência pensar que ele estará nos guiando enquanto nosso coração resistente se nega a desapossar o antigo senhor. Isso seria o mesmo que admitirmos que o ladrão é perdoado enquanto  está saqueando.

  Foi para a liberdade que ele nos chamou, mas antes de entrar na terra prometida há um deserto e depois do deserto, um Jordão para atravessar. Não somos conduzidos ao deserto para receber bênçãos materiais e sim para vencermos o desejo carnal de obtê-las. O deserto é o lugar no qual aprendemos a confiar, deixando a cargo do Pai o atendimento de nossas reais necessidades. Burlar esses ensinos nos é tão prejudicial quanto o aprendizado humano que nos transformou em espertos advogados de nós mesmos. 

 O evangelho deve ser vivido exatamente como foi estabelecido. Mesmo sabendo que o discipulado de Cristo não é seguido por regras e sim pelo mover da vida divina no interior de quem a recebeu, quando ensinamos o que não vivemos transformamos o poder do evangelho em meras palavras e nosso ensino é desprovido de poder e vazio de significação a ponto de transformar o poderoso evangelho de Cristo em pretexto bíblico para dar ocasião à ganância.

  Se andarmos na palavra viveremos a experiência de constatar em realidade que no reino de Deus, o contentamento simples demonstrado em nós por uma genuína ausência de necessidades constitui uma grande riqueza. 

Embora não exista no céu um Deus que imponha sobre nós algum tipo de regra que nos obrigue a viver a pão e água, fazemos parte de um sacerdócio real que é o grande cooperador na expansão de um Reino que não é desse mundo. Para sermos conduzidos à experiência de depender unicamente de Cristo, é necessário menosprezar nossas cogitações malignas e desse modo alcançar a promessa de sermos governados por Ele. Assim, veremos que as necessidades que não foram satisfeitas enquanto andamos no deserto, serão espontaneamente desfeitas sem qualquer esforço de nossa parte.

 Quem entra pelo aprisco das ovelhas, cedo ou tarde irá concluir que nossas carências exacerbadas e grande parte das imposições que sofríamos, eram produzidas pela vaidade que nos venceu, escravizou e nos matou. Livrar-se disso deveria ser o principal anseio de todo discípulo. Pois quando a vaidade não nos incomodar mais e nosso coração permanecer em completa paz independente se nossas carências estão sendo satisfeitas ou não, estaremos prontos para avançar e vencer as aflições do mundo andando sobre as águas. 

 Ivaneide Aquino

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